O FUTURO: do trabalhador do futuro

O FUTURO: do trabalhador do futuro

Os especialistas em Recursos Humanos são categóricos em afirmar que a absorção da mão de obra pelas empresas e das exigências com a qualidade e produtividade passam por dificuldade.

Em face dessas exigências acrescenta-se outra de grande importância, que é a questão da velha legislação que regula as relações entre o trabalhador e a empresa, que foram elaboradas no ano de 1943 e nada mudou desde então. Daí a necessidade da desregulamentação e flexibilização nessa área.

Neste contexto, se as empresas se esforçam na adoção de procedimentos a médio e longo prazo para ultrapassar essas barreiras, o mesmo não ocorre com os legisladores no sentido de dar instrumentos à transformação de como o trabalho é requisitado e oferecido.

Resolvidas estas questões intermediárias para o futuro e com boas gestões das empresas teremos a abertura de novas oportunidades de trabalho.

A outra questão a ser resolvida no futuro é da qualificação do trabalhador. A porta de entrada para o futuro passa pela questão da educação. O trabalhador melhor educado, com conhecimento sempre se encontra em situação mais vantajosa, visto que tem melhor capacidade de organização e de participar mais ativamente da vida da empresa.

Estamos vivendo num mundo de transformação e o trabalho também está em constante mutação. Há pouco tempo atrás se falava na importância da qualidade do trabalho. Hoje falar em qualidade é assunto superado, visto que o tema qualidade já está incorporado nos sistemas de produção e administração das empresas.

Hoje a exigência fundamental do mercado, é o trabalho feito com inovação, pois mais do que se apropriar do conhecimento disponível é necessário colocar-se na frente dele e participar de sua renovação interminável. Inovação torna-se no momento a palavra chave para sobrevivência do trabalhador do futuro.

E, finalmente, a habilidade de se antecipar, que nada mais é do que estar atento ao que está acontecendo hoje e que pode influenciar o amanhã.

Assim juntando as três partes: o governo, a empresa, e o trabalhador, todos com suas respectivas representatividades, e que antes de tudo saibam reconhecer seus problemas para poder enfrentá-los com ações e medidas concretas, tendo em mente um único objetivo, estaremos dando um grande passo a um novo trabalho, pois o futuro já começou.

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